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23/08/2018 ás 14h21

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Blog do Costa

São Luís / MA

Em Neopalafitas, artista visual Ribaxé apresenta um olhar sobre o vernacular
Neoplasticismo influente e presente em suas pinturas
Em Neopalafitas, artista visual Ribaxé  apresenta um olhar sobre o vernacular

Mais uma exposição contemplada pelo edital de ocupação da Galeria Antônio Almeida do Palacete Gentil Braga (rua Grande, 782 - Centro), em São Luis (MA), será inaugurada nesse ano. A mostra ‘Neopalafitas: Um Olhar Sobre o Vernacular’, do designer e artista visual José de Ribamar Matos Junior (Ribaxé) será aberta na próxima quinta (30), às 19h, e ficará aberta até 28 de setembro/18, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.


Escolas e grupos que desejarem fazer visitas monitoradas à exposição poderão agendar pelos telefones 98 3272 9360 e 3272 9362 ou pelo site www.cultura.ufma.br. Com 20 pinturas produzidas em formatos diferentes, inspiradas e fundamentadas nas palafitas da ilha de São Luís, a exposição é uma realização da Universidade Federal do Maranhão, por meio do Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Empreendedorismo, com apoio da Fundação Sousândrade, TV Ufma e Universidade FM.


Neoplasticismo influente e presente em suas  pinturas


Em ‘Neopalafitas’, o autor apresenta uma proposta de interpretação conceitual, visual e gráfica para fins de elaboração de pinturas sobre papelão, couro e telas. “Utilizo técnicas de pinturas mistas e o assemblage, com uso e aplicações de referências físicas e materiais, acerca de uma temática sobre as palafitas da cidade de São Luís do Maranhão. A exposição está inspirada, associada e aplicada de forma conceitual aos estilos dos pintores do neoplasticismo, estilo neoplástico e neoplasticista”, afirma Ribaxé.


Entre os autores referenciais para a mostra estão Piet Mondrian, Theo van Doesburg e Wassily Kandinsky. “Não sigo o rigor estético e filosófico desses autores, e sim, na demonstração e valorização da estética arquitetônica vernacular dessas construções sobre palafitas, como representações visuais, geométricas, abstratas e coloridas, em contrapartida à forma de representação da estética de miséria e pobreza sempre associadas a elas, construídas com e sobre paus extraídos de mangues, lixos e entulho”, explica o artista.


 

FONTE: Assessoria

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